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sábado, 8 de outubro de 2011

Gatos nos diversos tipos de Meditações ou Relaxamento...




A Importância do Gato na Meditação Zen

"Um grande mestre zen budista, responsável pelo mosteiro de Mayu Kagi, tinha um gato, que era sua verdadeira paixão na vida. Assim, durante as aulas de meditação, mantinha o gato ao seu lado - para desfrutar o mais possível de sua companhia.

Certa manhã, o mestre - que já estava bastante velho - apareceu morto. O discípulo mais graduado ocupou seu lugar.

- O que vamos fazer com o gato? - perguntaram os outros monges.

Numa homenagem à lembrança de seu antigo instrutor, o novo mestre decidiu permitir que o gato continuasse freqüentando as aulas de zen-budismo.

Alguns discípulos de mosteiros vizinhos, que viajavam muito pela região, descobriram que, num dos mais afamados templos do local, um gato participava das meditações. A história começou a correr.

Muitos anos se passaram. O gato morreu, mas os alunos do mosteiro estavam tão acostumados com a sua presença, que arranjaram outro gato. Enquanto isso, os outros templos começaram a introduzir gatos em suas meditações: acreditavam que o gato era o verdadeiro responsável pela fama e a qualidade do ensino de Mayu Kagi e esqueciam-se que o antigo mestre era um excelente instrutor.

Uma geração se passou e começaram a surgir tratados técnicos sobre a importância do gato na meditação zen. Um professor universitário desenvolveu uma tese - aceita pela comunidade acadêmica - que o felino tinha capacidade de aumentar a concentração humana e eliminar as energias negativas.

E assim, durante um século, o gato foi considerado como parte essencial no estudo do zen-budismo naquela região.

Até que apareceu um mestre que tinha alergia a pêlos de animais domésticos e resolveu tirar o gato de suas práticas diárias com os alunos.

Houve uma grande reação negativa - mas o mestre insistiu. Como era um excelente instrutor, os alunos continuavam com o mesmo rendimento escolar, apesar da ausência do gato.

Pouco a pouco, os mosteiros - sempre em busca de idéias novas, e já cansados de ter que alimentar tantos gatos - foram eliminando os animais das aulas. Em vinte anos, começaram a surgir novas teses revolucionárias - com títulos convincentes como "A importância da meditação sem o gato", ou "Equilibrando o universo zen apenas pelo poder da mente, sem a ajuda de animais".

Mais um século se passou e o gato saiu por completo do ritual de meditação zen naquela região. Mas foram precisos duzentos anos para que tudo voltasse ao normal - já que ninguém se perguntou, durante todo este tempo, por que o gato estava ali.

E quantos de nós, em nossas vidas, ousamos perguntar: por que tenho que agir desta maneira? Até que ponto, naquilo que fazemos, estamos usando "gatos" inúteis, que não temos coragem de eliminar, porque nos disseram que os "gatos" eram importantes para que tudo funcionasse bem?

Por que não buscamos uma maneira diferente de agir?(texto original em gatos.pwup)







Sidarta e o Gato


Sidarta Gautama (o Buda) há muitos dias estava prostrado à sombra da grande figueira (Bodhi) sem comer nem beber. Seu corpo definhava enquanto sua mente se robustecia entregue ao profundo e sereno meditar. Mais do que nunca, ele buscava a compreensão do sentido da Vida.
De repente, Buda percebeu uma presença à sua frente. Sem abrir os olhos, ele divisou o gato imóvel que o fitava com vivo interesse. Nesta posição o animal permaneceu por alguns segundos. Depois, o felino emitiu seu suave e fraterno mantra de apresentação: Rooommmhhh... Rooommmhhh...

O diálogo
 
Sidarta Gautama: Você está perturbando minha tentativa íntima de expansão da consciência.
Gato: Engano seu. Eu faço parte do seu meditar.
Sidarta Gautama: Ora, você não passa de um gato. Como ousa interromper minha contemplação do Vazio?
Gato: Outro engano seu. Antes de ser um gato, o que não é pouca coisa, sou um arquétipo. Uma idéia poderosa que preenche e dá sentido ao Vazio. Há muitos outros semelhantes a mim no lugar que você atingiu agora com sua consciência.
Sidarta Gautama: Se é assim, por que você assumiu a forma de um gato?
Gato: Um gato é uma boa medida de evolução. Porém é certo que eu poderia ter escolhido também a aparência de qualquer outro ser. O que mais importa neste momento é apresentar-me num formato reconhecível por sua interface mental. Aquilo que faz você distinguir a "realidade". Acontece que você ainda está condicionada à Maya, a extensa ilusão do mundo físico. Depois, quando por fim ultrapassares esta fase, você poderá nos conhecer como jamais pensou ser possível. Então vai descobrir que eu, você e tudo mais que o cerca somos um só na mais recôndita essência.
                                                  De onde tudo parte e para onde tudo converge, lá somos unos.

Sidarta Gautama: Se estou entendendo... Você é como um conhecimento armazenado no íntimo de todos nós, isso?
Gato: Muito bem... Sim, pertenço à imensurável e oculta biblioteca da Vida...
Sidarta Gautama: Por favor, explique-se melhor.
Gato: A natureza, toda vez que aprende, configura um arquétipo, o arquivo que conterá o conhecimento adquirido. Disso surgem as predisposições e a memória da Vida, pois basta ativar o que foi assimilado para reavivar a experiência em todo o seu teor. É devido a isso que os seres vivos nascem com uma programação prévia embutida. Porém não a confunda com destino... ou castigo inexorável. O entendimento é outro: você nunca se perguntou como pode, por exemplo, uma pequena aranha tecer sua teia complexa, mesmo sem nunca ter tido de sua mãe a instrução fabril de tamanha engenharia?



                                                       A natureza sabe devido a Informação armazenada nela.


Sidarta Gautama: Um manual?... A natureza tem um grande manual que faz tudo funcionar a partir de suas instruções?
gato

Um arquétipo é um aprendizado (ou impressão) fixado e também manifesto nas dimensões física e psíquica.

Gato: Você avança rápido. Mas a natureza é mais que isso. Ela é um imenso processo dinâmico e em sincronia com todas as suas partes. Portanto, jamais estará concluída, como um sistema em constante aperfeiçoamento. Para quem a vê de fora sentencia: Evolução; para quem a compreende por dentro conclui: Aprendizado.
Sidarta Gautama: e como vocês, os arquétipos/arquivos, movimentam as engrenagens deste progresso perene?
Gato: Nós, os arquétipos, somos fundamentais ao esquema de desenvolvimento da natureza. Somos o lastro do seu progresso. E ela só pode avançar mediante aquisição de novos conhecimentos. Para tal necessita de memória (arquivamento) e de instrumentos adequados e distintos. Estes, que constituem a diversidade da vida em interação no planeta, lhes asseguram a captação de vivências na superfície. O âmbito em que ela manifesta o ensinamento implícito (arquétipos) através da conduta de todas as espécies. Pode-se dizer que é a informação instintiva aplicada ao comportamento dos seres. Em decorrência, tal fenômeno gera novos impulsos indutores de experiências que, por sua vez, vão alargar as fronteiras psicofísicas da própria natureza. A otimização resultante permite-lhe desenvolver habilidades através de um processo gradativo de capacitação e potencialização crescentes.
GATO


Sidarta Gautama: deixe-me ver se entendi bem... Arquétipos, que são tanto programas quanto arquivos muito sutis, servem para promover e consolidar o saber que se origina da experiência dos seres vivos. A partir daí a Vida avançará para outro estágio de aprendizado, quando então os seres experimentarão novos desafios. Disso nascerá a experiência que, uma vez fixada pelas gerações seguintes, reverterá em arquétipo/programa/arquivo no âmago da natureza. Assim a Vida se transforma e se refina em ciclos cada vez mais abrangentes... E queres saber o que eu achei mais incrível? Ela faz isso através de nós! De seres aparentemente insignificantes, somos em verdade extensões muito sofisticadas do processo de aprimoramento da própria Vida! E o Karma, que não é destino nem castigo, constitui a informação armazenada que Ela, a Vida, manipula e transmite para agilizar e fazer elevar, cada vez mais, seu crescente grau de aperfeiçoamento!!

Neste instante, o gato perdeu suas formas e Sidarta teve sua mente ofuscada pela Iluminação que, subitamente, o arrebatou para outro nível de entendimento...

domingo, 26 de setembro de 2010

Energias e Gatos : reciclagem!!!



Todos os gatos têm o poder de, diariamente, remover energia negativa acumulada no nosso corpo. Enquanto nós dormimos, eles absorvem essa energia. Se há mais do que uma pessoa na família, e apenas um gato, ele pode acumular uma quantidade excessiva de negatividade ao absorver energia de tantas pessoas. Quando eles dormem, o corpo do gato libera a negatividade que ele removeu de nós. Se estivermos excessivamente estressados, eles podem não ter tempo suficiente para liberar tamanha quantidade de energia negativa, e conseqüentemente ela se acumula como gordura até que eles possam liberá-la. Portanto, eles se tornarão obesos — e você achava que era a comida com que você os alimentava!


Se você não tem um gato, e um gato entra em sua casa adotando-a como lar, é porque você precisa de um gato em casa nessa época em particular. O gato voluntariou-se para ajudar e escolheu você. Agradeça ao gato por escolher sua casa para esse trabalho. Se você tem outros gatos e não pode ficar com ele , encontre um lar para ele. O gato veio a você por um motivo, desconhecido para você a nível físico, mas em sonhos você pode ver a razão para o aparecimento do gato nessa época, se você quiser saber. Pode acontecer de haver um débito cármico que ele tem que pagar a você. O espírito que o acompanha pode ter feito algum mal a você em outra vida e deve resgatar essa dívida protegendo você nesta vida. Portanto, não afugente o gato. Ele vai ter que voltar de um modo ou de outro para realizar esta obrigação.




Se uma pessoa vier a nossa casa e os gatos sentirem que essas pessoas estão alí para nos prejudicar ou que essas pessoas são do mal, os gatos nos circundarão para nos proteger. Os seus olhos e seus ouvidos devem buscar imediatamente ver a reação dos seus gatos para ver o que eles farão quando alguém entra em sua casa.
Se eles correm para a pessoa, cheiram-na e querem ser acariciadas por essa pessoa, eu sei que posso relaxar.





Os Gatos Nos Curam

Na época de Atlântida, os curandeiros usavam cristais em seus trabalhos. Os cristais eram usados como um canal de cura. Quando os curandeiros visitavam vilas distantes, eles não podiam usar os cristais, pois o povo desconfiavam deles achando que eles usavam magia negra. Como eles não podiam usar cristais, os curandeiros levavam gatos que exerciam exatamente a mesma função dos cristais. O povo não tinha medo dos gatos e permitiam que eles entrassem em suas casas. Desse modo, os gatos têm sido usado inúmeras vezes na arte da cura.



GATOS E BRUXAS

Uma lenda Escandinava dizia que uma deusa do amor e fertilidade, chamada Freya, tinha sua carruagem puxada por 2 gatos pretos. Depois de servir Freya por 7 anos, os gatos se tornavam feiticeiras (leia mais no post Origem dos Gatos).
Antigamente, dizia-se que bruxas se transformavam em gatos à noite.
Na Idade Média os gatos foram associados ao demônio. Por serem noturnos e vagarem pela noite, acreditava-se que fossem sobrenaturais e servidores de bruxas, ou mesmo, as próprias bruxas. Em parte pelo movimento insinuante e pelos olhos que brilhavam no escuro, eles se tornaram a personificação do mal, da escuridão, do mistério, possuidores de poderes apavorantes. Qualquer coisa que de ruim que acontecesse, sempre era culpa de um gato.